
Próximos Eventos
Um grupo de doulas do fim da vida (metAMORfoses) reuniu-se para apresentar diferentes propostas à comunidade com o objetivo de refletirmos sobre temas socialmente tabus mas tão necessários como respirar. Estas propostas nascem da convicção profunda de que uma sociedade que acolhe a morte com dignidade é, necessariamente, uma sociedade que valoriza mais a vida, a compaixão e a humanidade.
Numa sociedade onde frequentemente a morte é evitada, ignorada ou médica-mente “ocultada”, o nosso trabalho propõe que se retome a proximidade, a empatia, o diálogo honesto sobre a vida e a morte. Isso pode ajudar a aliviar sofrimento, medos, tabus e a permitir despedidas mais amorosas, dignas, compassivas, conscientes e humanas.
A forma como morremos diz muito sobre a forma como vivemos enquanto comunidade.
As doulas do fim da vida convidam a sociedade a olhar para a morte não como fracasso, mas como um acontecimento humano que merece cuidado, dignidade, presença e amor.
Eventos gratuitos com inscrição obrigatória.
Encontros Online 9 Contemplações

Este encontro será uma conversa entre a doula de fim de vida Márcia Gomide e a autora Júlia Jalbut sobre as suas experiências e aprendizagens narradas no seu livro “Uma casa que não pode cair” (Editora Planeta, 2023).
A Júlia apresenta a sua jornada de filha única que testemunhou a doença dos pais e o seu papel de cuidadora, com todos os desafios, crescimentos e transformações que foram exigidos dela.
É um livro honesto e carinhoso que serve de guia para todos os cuidadores de pessoas em fim de vida.
A leitura do livro não é obrigatória mas sugerimos muito
Esta iniciativa é gratuita com inscrição para o e-mail do cartaz (casa do jardim da estrela).
Se tiver dúvidas adicionais pode entrar em contacto com: ana.doulavidamorte@gmail.com

Este encontro será uma abertura à arte e poder de transformação da música, no caminhar o luto.
Lituo vem cantar uma dor que acredita ser partilhada por muita gente. Os lutos encadeados que se sobrepõem e tentam encontrar significados no som e na libertação. Depois de ter prometido que não voltava a gravar, vem a vida com as suas merdas e, por sobrevivência, a música surge.
Mas também canta frivolidades de amor em desamor, de pessoas que não querem a idade que têm e que se caricaturizam até ficarem cómicas.
A dor também se dança.
Após a escuta de algumas músicas do álbum Lituo iremos conversar um pouco sobre a importância de caminharmos o luto e das formas como o podemos fazer.
Esta iniciativa é gratuita com inscrição para o e-mail do cartaz (casa do jardim da estrela).
Se tiver dúvidas adicionais pode entrar em contacto com: ana.doulavidamorte@gmail.com
