Vista dos telhados

Lisboa & Arredores

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Inês Goes

Telefone: 916270552

Email: minesgoes@gmail.com

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Sou a Inês, nascida no Verão de 1974, primogénita de 3 irmãos. Sinto que tive uma infância feliz. Descrevem-me como observadora e sou muito curiosa, com vontade de aprender mais e mais até ao meu fim de vida.

Sempre senti curiosidade pela morte, num sentido mais filosófico, espiritual, por exemplo, se existe um fim terreno, ou o espírito se liberta…questões que não sei responder, e não faz mal…a vida mostrar-me-á!

No acompanhamento em fim de vida a familiares e animais procurei sempre dar conforto e apaziguamento da melhor forma que senti.

Acredito no sentir, transmissão de calma e sei que sou boa ouvinte.

Sinto que ainda tenho um longo caminho a percorrer ao ser Doula de fim de vida mas estou aqui para ouvir, conversar, perder medos, ir preparando para a morte, luto. Existem múltiplas formas de nos apaziguarmos criando rituas, por exemplo. No fundo, trazer à consciência a morte vive-se mais em pleno. Descobre que aceitar alivia!

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Paula Lys

Nasci em 1967, em Lisboa e aqui vivo. 

Gosto muito desta cidade. Gosto muito de cidades, da vida que se descobre em todos os recantos, no meio do barulho, confusão. Das avenidas. Dos cafés. Das janelas entreabertas, onde se vêm rostos a espreitar. Do movimento das pessoas. Dos cheiros…

Gosto de observar o verde que brota no meio do alcatrão. A vida procura sempre romper o escuro alcatrão… procuro os silêncios, no meio da confusão… 

Também gosto muito do mar. Do sal. De mergulhar nas ondas…

Talvez por isso, pela procura dos cheiros, do sal, do silêncio, adoro cozinhar. Passar domingos inteiros na cozinha, em silêncio, a cozinhar para a semana inteira, para a família, para amigos, para retiros…

Cozinhar é como construir uma mandala colorida de areia… devagar, ingrediente a ingrediente, especiaria a especiaria, mexe aqui, mexe ali. Processo alquímico de transformar um alimento, em algo diferente… Depois, oferecer. A mim, ao outro. E, em pouco tempo, como uma mandala colorida de areia que é exposta ao vento, tudo desaparece e nada fica. Mas esse momento, após a entrega, quando tudo que cozinhei é consumido, é de grande deleite, pois tudo foi construído com grande Amor…

E cozinhar é uma das formas que eu tenho de cuidar… de oferecer o meu cuidado, o meu tempo, o meu Amor.

Receber e cuidar dos outros sempre foi algo muito importante na minha família. Dar o melhor de nós, cuidar. E também cuidar dos idosos e honrá-los na sua morte. Na sua maneira simples, a minha mãe, sempre me levou a visitar os mais idosos, amigos e amigas, vizinhos e vizinhas, a ouvir as suas histórias e, quando faleciam, a ir aos seus velórios e funerais, como sinal de respeito. Sempre os vi no caixão e me despedi deles, levantando o lenço que cobre o rosto, observando as suas mudanças e guardando uma última imagem, o seu cheiro a corpo que partiu, as flores e as lágrimas. 

Sempre ouvi os mais velhos a contarem as suas histórias e sempre me fascinou o brilho que nasce nos seus olhos quando as contam. E, à medida que vou envelhecendo, sinto cada vez mais fascínio e respeito por esse brilho… o brilho que viu a luz do sol no dia em que nascemos e que será o mesmo brilho que estará presente no dia em que fecharmos os olhos para este sol, e partimos. Cuidar desse brilho durante toda a vida é tarefa de cada um, mas será mais simples se for partilhada entre todos nós, cuidando com muito Amor do brilho uns dos outros. 

Servir-me é servir-te. Servir-te é servir-me.

Assim me presento ao Serviço como Doula de fim de vida.

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Filipa Lys

Telemóvel: (351) 960362304

Email: filipalys@gmail.com

Sou a Filipa e sou doula de coração e por compaixão. Estar ao serviço como doula de fim de vida é partilhar o amor e a sabedoria do meu coração, na expressão do meu Ser. 

Despertei para este caminho durante um processo de dor, luto, morte, e descobri nele a bênção, o amor, a presença e tanto mais. Aprendi a apreciar e a reconhecer no Outono, o seu valor e beleza. 

Sou Mulher, de coragem guerreira e coração amante. Cumpro-me quando nos tocamos de Coração. Aventuro-me rumo ao desconhecido e abro caminhos. Alegra-me dançar e cantar em círculo. Nutro-me na Natureza e no Mar.

Facilito sessões de Educação Universal, certificada pela FDCW (Foundation for Developing Compassion and Wisdom), e sou terapeuta de Shiatsu, pelo IMP (Instituto Macrobiótico de Portugal). 

Em 2012 estudei a essência do budismo tibetano, num curso de lamrim, no mosteiro Kopan, no Nepal. Estive em serviço, durante um ano, na SBCHCC (Shakyamuni Buddha Community Health Care Clinic) – projecto de serviço social do Root Institute, na India. 

Aprofundei o Feminino e o Masculino Sagrados e Conscientes, com Vera Faria. Encontro na sabedoria arquetípica um canal de acesso à nossa sabedoria interna. 

Foi em 2014 que iniciei um caminho de mão dada ao meu Pai, desde o diagnóstico de demência até à sua partida, durante três anos. Foi um período muito intenso e rico que viria a revelar-se iniciático. 

Encontrei na dor um portal para a graça e beleza. Na vulnerabilidade, o amor. Na compaixão, o abraço à tristeza e ao sofrimento. Na sombra, a luz. Na doença, a presença. Na morte, a eternidade. 

Na humildade de receber e escutar, tudo é um portal para a travessia, tudo é potencial para a nossa expansão e entendimento maior.

A Vida deve ser acarinhada e honrada, e isso implica abraçar a sua totalidade. 

A morte, como o nascimento, é um dos mais belos rituais da Vida que deve ser reverenciado e agradecido. E por isso é essencial trazer luz a estes lugares temidos e por isso tão sofridos. E pela travessia, com coragem e amor, viver o encontro numa profunda comunhão.

Enquanto doula, proponho-me facilitar os processos de transição; proteger a dignidade do Ser e do processo; apoiar o poder pessoal, em liberdade e responsabilidade, não obstante as circunstâncias e condicionamentos; apontar caminhos de integração e sentido; apoiar o encontro da sabedoria interna e amor intrínsecas a cada Ser.

Aspiro contribuir para o crescente despertar da consciência da nossa natureza profunda, para que possamos viver e amar estas travessias de forma mais consciente. Acredito que a paz e a cura que procuramos está na verdade e na coragem de atravessarmos estes portais quando a Vida nos chama. E aqui estou ao serviço, na intenção de apaziguar, apoiar a ressignificação da travessia e apoiar o processo de libertação.

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Ana Catarina

Apoio presencial e à distância

Telemóvel: (351) 964137297

Email: ana.doulavidamorte@gmail.com

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Sou mentora deste projeto. 

Enfermeira e doula desde o nascimento ao fim da vida.

Podes ler mais sobre o meu percurso profisisonal na área das formadoras.

Acredito que o momento do nascimento e da morte (como nós lhes chamamos) são oportunidades únicas para grandes transformações individuais e coletivas.
O confronto com estes momentos pode permitir-nos aceder ao despertar da consciência para as leis Universais e da natureza, para o nosso poder pessoal, a capacidade que temos em desenvolver a nossa realidade. Permite-nos despertar para a dualidade do universo, que existe em nós, e de que forma ela nos influencia. Despertar para a sabedoria do nosso corpo do qual o universo faz parte. Despertar para o Amor e compaixão intrínsecas e trazê-las ao mundo. 

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Rute Silva

Hoje, ao olhar para trás, percebo que a reflexão acerca da morte e do sentido da vida sempre me acompanharam, levando-me, desde muito cedo, a procurar respostas que me trouxeram, quase sempre, cada vez mais perguntas. A mesma vida que com a sua profunda sabedoria vai colocando no caminho de todos nós desafios, quantas vezes inesperados e improváveis, que nos relembram que a nossa missão maior neste mundo é a de amar e ser amados mesmo quando o caminho é mais duro é mais frio e mais negro.

A perda de pessoas muito amadas, tem vindo a ensinar-me que estar ao lado de quem parte e de quem vê partir não cabe em palavras. É algo muito maior do que nós e muito mais profundo e intenso do que alguma vez saberei descrever. Provavelmente porque esse, tal como no dia em que viemos ao mundo, será um dos raros momentos da nossa existência física em que seremos exatamente o que somos sem máscaras, sem esconderijos sem defesas…

Ser Doula é estar presente em amor porque “estar em amor” implica servir, implica dar-se a si próprio não hesitando um só segundo em permanecer mesmo que o caminho seja duro, implica aceitar sem querer mudar nada, compreender sem impor, acolher sem julgar, implica silêncios onde cabem mil palavras e palavras que moram no mais sagrado que há em nós.

Eu sou a Rute tenho 43 anos sou assistente social de formação, Doula de coração e estou aqui para ti.

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Isabel Santos

Email: igrade505@gmail.com

Telemóvel: (351) 961083211

Sou nascida em Angola, há 53 anos. A vida desde cedo propôs-me diversos desafios com os quais aprendi muito. Aprendi logo cedo a dor da perda e o sabor da saudade... Aprendi a aceitar cada infortúnio e a reinventar-me com eles. Por isso por volta dos 50 anos, depois de ter cancro da mama, decidi redesenhar a minha vida e ingressei na Faculdade de Psicologia de Lisboa ao mesmo tempo que fiz a formação com que mais aprendi até à data, a das Doulas para a Morte. E é isso que me traz até aqui, a ti! Podes apoiar-te em mim....não precisas de estar sozinha ou sozinho, assustado(a) com o que te está acontecer, sem ninguém para falares do que ainda precisas de dizer. Estou aqui para ti.